"Vença a si mesmo e terá vencido o seu próprio adversário." (Provérbio japonês)




sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Pessoa reativa versus pessoa sensível .


…Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem controlar, sem observar o todo, como crianças”…

 
Um dos grandes segredos de uma pessoa bem quista são os seus relacionamentos. Há quem diga que este não é um dos, ele é o mais importante, afinal de contas, uma pessoa assim é sempre um boa companhia, um papo agradável e desejada em muitas rodas.
Recentemente recebi um texto do amigo Osvaldo Schaukoski cujo título era o mesmo aí de cima: “Pessoa reativa x pessoa sensível”. O Schauk,como é conhecido o meu amigo, não é um destes internautas sem critério que despeja dezenas de e-mails para a sua lista só porque se “sensibilizou” com a mensagem e acha legal. Pelo contrário. Por isso aquele texto já havia me fisgado e ao chegar ao final estava satisfeito com a mensagem que, de acordo com ele, era anônima e que, agora, do meu jeito, repasso aos meus leitores.

De acordo com a mensagem, nenhum de nós pode escolher as coisas que nos acontecem, algumas boas, outras más. Até porque, atualmente, já não tenho tão claros os conceitos de “bem” e mal”. Segue o texto: Mas todos podemos escolher nossa resposta às coisas que nos acontecem. E o mais importante aprendizado é que nós não somos os prisioneiros das reações.
A mensagem enfatiza que algumas pessoas dizem que são muito “sensíveis”, que se magoam facilmente, que se decepcionam com amigos, colegas e família e com aquilo que outros dizem ou fazem. Será que tais pessoas, que se dizem “muito sensíveis” são realmente como dizem?
Pessoas sensíveis - por definição - são capazes de obter uma gama maior de informações sensoriais e emocionais vindas de outros e, portanto, geralmente são muito mais compreensivas, calmas e raramente se desapontam com os comportamentos alheios. Por quê? Exatamente porque sua sensibilidade aguçada mostra mais do que as aparências, evitando que se desapontem. Além disso, pessoas sensíveis jamais dizem que são sensíveis.
Aqui, uma pergunta assaz interessante: Então o que são aquelas pessoas que a todo momento se definem como sensíveis, que ficam deprimidas por razões aparentemente pequenas e cujos dias são destruídos por uma advertência do chefe, por uma crítica dos colegas, por uma frase mal construída de um membro da família, ou por que discutiu com o(a) namorado(a)? Elas não são sensíveis?
A princípio e sem fechar, pode-se dizer que a resposta é um sonoro “não”. Não, não são sensíveis. Pode-se dizer que tais pessoas são reativas - o contrário de sensíveis. Pessoas reativas não pensam. Ou melhor, pensam que pensam, quando somente reagem emocionalmente a qualquer coisa, sem refletir, sem controlar, sem observar o todo, como crianças. Na verdade são instintivas, ou seja, são guiadas pelo instinto.
Todos nós somos reativos, vez ou outra, mas conforme amadurecemos nos tornamos menos reativos e mais sensíveis, já que escolhemos nossas respostas. Quando somos crianças, simplesmente reagimos - o que é natural -, por isso, adultos reativos são, normalmente, acusados de um comportamento infantil e birrento.
Uma pessoa sensível e adulta, por obter mais informações que estão à sua volta, raramente perde o controle, mesmo quando atacada porque, sendo sensível, ela observa e escolhe a melhor resposta. Esta é a palavra: escolhe, opta, afinal de contas, viver é optar. Raramente reage, como um animal faminto faria. Você não tem o poder de escolher aquilo que te acontecerá hoje, amanhã ou depois. Mas você tem o poder de escolher a melhor resposta a tudo o que vai acontecer. Resposta não é reação. Reação é sinônimo de programa automático. Resposta é sinônimo de escolha. É claro que para isso é necessário um ser humano centrado, concentrado, inteiro, com auto-estima e consciente.
Está em nossas mãos, digo, em nossa consciência, sermos mais sensíveis em nossas vidas, evitando dizer a primeira coisa que vem à mente, mesmo que seja algo que queremos dizer pra nós mesmos. Vamos escolher melhor as palavras, os pensamentos, as respostas, fugindo da armadilha que torna as nossas vidas reativas sempre dependente de cada problema que acontece. E observemos aqueles que se dizem que são “sensíveis”, eles são nossos mestres. Olhemos o comportamento dessas pessoas.
Talvez vamos ver que elas são completamente dependentes dos humores de outros e dos acontecimentos externos. Elas simplesmente reagem por mais que racionalizem e se enganem, afirmando que suas reações são causadas por sua suposta sensibilidade. Sempre apresentarão razões para suas dores e tristezas, mas ainda assim estarão somente reagindo.
Cada um de nós tem o poder de escolher aquilo que é melhor. Nós podemos! Porque, como afirma o autor do Best Seller “Os sete hábitos das pessoas muito eficazes”, Stephen Covey: “Entre o que acontece comigo e minha reação ao que acontece comigo, há um espaço. Neste espaço está minha capacidade em escolher minhas respostas e definir meu destino”.
Quando recebi este texto do Schauk, eu poderia fazer uma infinidade de coisa, inclusive deletar. Mas, conscientemente, decidi reescrevê-lo e compartilhar com você, amigo leitor e amiga leitora que, também, poderá dar o encaminhamento que desejar, inclusive nem lê-lo.

Autor desconhecido

2 comentários:

  1. Pascal Blaise dizia:
    Duas coisas instruem o homem, qualquer que seja a sua natureza: o instinto e a e experiência.


    Abraço.

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  2. Rejane, que bom que decidiu reescrevê-lo e compartilhar... também aprecio ler post que, de uma certa maneira toca em algum detalhe...que pode ser importante...Abraços, Sol

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Rejane

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