"Vença a si mesmo e terá vencido o seu próprio adversário." (Provérbio japonês)




segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Que sentimentos me movem em direção a tal atitude?







Por  : Ana Virgínia Almeida Queiroz


Se até Pedro e Judas que beberam nas fontes de sabedoria, amor e justiça de um dos maiores ícones da história da humanidade, praticaram a omissão e a traição... por que não, eu? Por que não, você?
Séculos se foram e a humanidade pouco ou nada aprendeu...
Vítima ou algoz?
Alguns mais para um lado, outros mais para o outro.
Comentar, difamar, denigrir, agredir veladamente ou não, são alguns dos hábitos que todos nós podemos praticar em função de uma gama de imperfeições inerentes à humanidade.
Explica, mas não justifica alimentarmos o nosso lado mais vil. Esse que pode desestabilizar ou mesmo destruir.
No ímpeto de detonar um outro ser humano, sempre valem os questionamentos:
Que sentimentos me movem em direção a tal atitude?
Que ganhos significativos terei?
Qual a minha necessidade ao fazer isso?
O que tem essa pessoa que tanto me incomoda?
Agir dessa forma é de fato uma necessidade minha ou de outra (s) pessoa (s)?
Tem gente que "atira pedra" sem nem saber o porquê tem gente sendo apedrejada.
Muitas vezes nem temos nada contra o alvo, mas somos levados à injustiça por força alheia e pelo medo de enfrentá-la e também sermos agredidos. Esse é o ciclo da violência! Cultural? Enraizado? Vale a pena refletir!
Um olhar franco para as nossas próprias limitações como seres humanos, pode até não nos tomar perfeitos, mas certamente pessoas melhores.
Exercício diário: ao menor sinal de maledicência, pratiquemos o silêncio, mas optemos pelas justiça e verdade!

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