"Vença a si mesmo e terá vencido o seu próprio adversário." (Provérbio japonês)




segunda-feira, 16 de novembro de 2009

O maior inimigo que temos de vencer : nós mesmos!





O maior inimigo que temos de vencer : nós mesmos!


Nossa mente agitada é um grande problema.

Então, temos que conquistar a mente.Como vamos conquistá-la?Como vamos controlá-la?

A mente controlada é nossa amiga e descontrolada é nossa inimiga.

Infelizmente nós lutamos contra outros sem nos dar conta que não estamos contra nossa mente.

Uma vez, um passarinho estava em frente a um espelho, lutando constantemente contra outro passarinho que não existia, porque existia seu reflexo no espelho.

Todo o dia lutou e lutou contra sua imagem e, à tarde estava terrivelmente cansado.

E quando o sol de pôs, a ave estava muito feliz pensando que havia conquistado seu inimigo.

na realidade, não havia nenhum inimigo, somente sua imagem era seu inimigo.


Assim, não existe nenhum inimigo no mundo. Somente nossa atitude espelhando contra a atitude de outras pessoas.

Quando pudermos controlar e disciplinar nossa mente,não teremos problemas com o mundo.


É o que na psicologia chamamos de PROJEÇÃO, ou o outro o nosso espelho.


Lembremos que quando a gente machuca a quem a gente ama estamos na verdade, machucando a nós mesmos .Cuidemos de nós e do outro com carinho...

Depoimentos

Vencer o Inimigo 




Por: Armando C. Sousa
Meus amigos, eu tenho um batalhão de inimigos dentro de mim, esse inimigo não se importa daquilo que eu sou.

Esse inimigo sabe quando eu estou a dizer alguma coisa em que acredito, ou quando estou usando a mentira para a manipulação ou cinismo.

Meus medos são numerados e postos em fileira por esse exercito que procura destruir os meus motivos fracos, este inimigo está sempre espreitando e procurando a maneira de me derrubar com a arma do esquecimento ou desespero; ele conhece BEM o terreno e segredo da minha mente, e os motivos que usa são aparentemente lógicos, ele gosta da lógica.

Este procura que eu caia em descrever motivos de mentiras ou que se tenham passado de maneira diferente da maneira que a outra gente vê para me dar a matar.

Este inimigo quer que meu nome seja esquecido de tal maneira que mesmo meus herdeiros não tenham interesse nos meus legados.

O inimigo, primeiro procura fazer com que eu acredite na falsidade, nas coisas sem valor, naquilo que é desnecessário para a humanidade, depois vai procurar convencer quem lê minhas histórias para que não acreditem na existência do que escrevo, e ver falsidade na escrita.

O nosso inimigo maior é o que não sabemos; essa parte obscura que nasceu dentro de nossa mente, mas que o podemos vencer dia após dia com a verdade, e só com aquilo que somos.

Lógicas do inimigo... a pessoa preguiçosa sabendo que o é, mas está BEM relacionada com o emprego, o inimigo procura por suas razões lógicas, só lógicas, que essa pessoa não faça nada do que deve ser feito, ou feito direito.

Aos poucos a pessoa passa a ser esquecida na sociedade, deixando assim de fazer parte da vida, como um ser humano sem abrigo.

Verdade que ao escrever gosto duma boa imagem; mas meu inimigo lá está, tornando-me num perfeccionista crónico; destas pessoas que trocam as relações mais intimas por uma vida de duvida, abraçando o prazer de escrever, por vezes, dia e noite; assim me tornando numa amizade fraca na família, conservando quase como relíquia esta que me serve de pé direito, a esposa.


Amigos, o inimigo que temos dentro de nós é mesmo terrível; imagina esta lógica, se tu gostas de comer: o teu inimigo colocará os mais deliciosos pratos na tua mente, e vai fazer-te procurar os momentos mais agradáveis para te deliciar com eles ficando tu de barriga de engorda; o teu inimigo até te ensina a cozinhar; depois dizes quem me dera perder uns quilinhos, mas sempre a comer.

Mas se tu gostas de fumar... olalá, então o exercito de inimigos dentro de ti, esses te escravizam, fazem-te fazer das coisas mais horríveis; lógica real; esses fazem-te deixar a conversa no melhor ponto e levam-te lá para fora, mesmo que esteja a cair neve ou frio a -30 ou ainda chover a cântaros para te fazer fumar mais um cigarrinho e ainda dizeres isto sabe-me mais que a vida, mesmo sabendo que vais sofrer com bronquite, que te custa uma fortuna e ainda estás matando os teu com teu fumo e quantas vezes privações, mas tu sem forças, deixas mais uma vez esse exercito inimigo dentro de ti vencer.

Mas quando teu inimigo junta ao cigarro uns copos ou umas cervejas para se sentir complemente seguro de sua vitoria, que neste caso é o seu maior prazer, e seu fim, o inimigo quer aniquilar-te, destruindo-te com as armas encontradas em ti, na tua mente.

Essas armas são a mentira que desde anos vens metendo em ti, e procuras sempre escusas, entrando cada vez mais no território do inimigo, depois não podendo mais fugir, procuras alivio no campo das drogas, e aí ele tem-te BEM seguro e fará de ti um farrapo humano.

Desculpai-me de dizer teu; é que eu em caso de fumar e beber, venci o meu grande inimigo das trapalhices que estes metem na nossa mente, e toda a gente sabe que não fumo, e não bebo mesmo quase nada com álcool; prefiro o estômago cheio de água, mas a cabeça vazia de inventáveis mentiras.

Amigo sabes uma coisa? Com mente verdadeira é muito mais fácil conquistar um amor ou o mundo; mais fácil que conquistar tua própria mente perdida nas garras do inimigo que tem sua base em tua própria cabeça.

Sim amigo, é muito duro lutar com um inimigo, quando tu és a sua própria base militar, mas mesmo difícil tu podes ser o campeão, basta que o não deixes vencer neste momento quando esse inimigo queira que fumes mais um cigarrinho, não o faças e terás dado o primeiro soco, e depois mo momento seguinte, e no seguinte; quando ele quiser que tu comas mais estas lambiscas não o faças para te manter na linha, e por peso e tromboses para longe; quando te pedir cerveja ou vinho, dá-lhe outro punho na testa com um litro de água.

Quando esse inimigo te quiser ver roto e sujo, pega no melhor fato e gravata; nunca tragas dinheiro contigo que chegue para drogas, e assim matas meio exercito que está dentro de ti.

Eu cá por mim levarei meu pé direito sempre que vou escrever para nunca estar só e ter onde me apoiar na ajuda; em casa, irei para meu computador, mas vou tirar tempo para as beijocas da tarde, 45 anos é muito tarde para perder a mania e me deixar vencer por esse inimigo que o venho socando a cada instante.





O pior inimigo: a auto-sabotagem!


Bel César

Terapeuta e dedica-se ao atendimento de pacientes que enfrentam o processo da morte.


Quando estamos bem, quando tudo está correndo como o planejado entra em cena a AUTO-SABOTAGEM, a traição começa dentro de nós mesmos! O grande inimigo a vencer não se encontra lá fora e sim dentro de cada um de nós e age no silêncio do dia-a-dia, escondido entre os nossos medos, anseios e dificuldades.

Dificilmente percebemos que nos auto-sabotamos. Por que isso ocorre?
O que acontece quando estamos muito bem e as pessoas do nosso circulo não estão bem? Na maior parte do tempo nos sentimos culpados! Sentimos que não somos merecedores. Muitas vezes não bastam os obstáculos naturais que a vida e as situações nos colocam, somos mestres na arte de encontrar dificuldades, criar obstáculos e complicar tudo o que puder ser facilitado.

Todos nós queremos as mesmas coisas, que é a realização, o sucesso e a felicidade em todos os aspectos. Dentro de nós existem muito mais medos e receios do que podemos imaginar. Apesar de querermos a felicidade usamos mecanismos de auto-sabotagem, sem perceber, colocando muitas barreiras e empecilhos que acabam por nos impedir de atingir nossos objetivos.

Na maioria das vezes, é muito difícil entender que as dificuldades que encontramos no caminho estão saindo exatamente da mesma fonte, ou seja, da nossa cabeça, da nossa maneira de pensar e de agir.

Mentimos para nós mesmos!

Nos enganamos e usamos muitos disfarces e desculpas. Cada vez que duvidamos da nossa capacidade em superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior, que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Muitas vezes não queremos pensar no que estamos sentindo já que temos dificuldade para lidar com os nossos sentimentos sem julgá-los. Enfrentar nossos sentimentos requer de nós sinceridade e compaixão. Caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. A auto-sabotagem tem muitas origens e também muitas formas de se manifestar.

Para saber como fazemos isso devemos começar respondendo a seguinte pergunta: "O que eu sei de mim mesmo que preferia não saber?". A resposta deve gerar em nós um autoconhecimento, é através dele que começamos a desarmar o mecanismo de auto-sabotagem. Quando percebemos o mecanismo que estamos acionando, quando começamos a identificar dentro de nós mesmos as razões para nossos fracassos, já estamos com meio caminho andado.

O primeiro passo, e que geralmente acontece dentro de um processo de psicoterapia, é rever as próprias atitudes, deixar claro para si mesmo o que se quer da vida e o que se está fazendo para chegar lá. Muitas vezes, aquilo que se quer está claro, mas os métodos que estamos usando para chegar lá estão levando a caminhos totalmente opostos, e exatamente aí pode estar acontecendo a auto-sabotagem. Nós nos auto-sabotamos quando saímos do nosso propósito de vida.

Somente pelo processo de autoconhecimento, bem como o conhecimento real dos nossos objetivos, anseios e metas, onde queremos chegar e quais os caminhos e métodos que iremos escolher para alcançar, é que podemos entender se estamos ou não nos sabotando. E, se estamos fazendo isso, porque estamos tendo essa atitude, porque estamos sendo inimigos dos nossos próprios sonhos e desejos. Muitas vezes o medo da mudança é maior do que a força para mudar, pense nisso!

Há momentos da vida que reconhecemos que estamos prontos para dar um novo salto, para efetivar uma mudança profunda. Nos lançamos num novo empreendimento, numa nova relação afetiva, mudamos de cidade e até mesmo de apelido. Mas, aos poucos, nós nos pegamos fazendo os mesmos erros de nossa “vida passada”. É como se tivéssemos dado um grande salto para cair no mesmo buraco. Caímos em armadilhas criadas por nós mesmos. Nos auto-sabotamos. Isso ocorre porque, apesar de querermos mudar, nosso inconsciente ainda não nos permitiu mudar!

Em nosso íntimo, escutamos e obedecemos, sem nos darmos conta, ordens de nosso inconsciente geradas por frases que escutamos inúmeras vezes quando ainda éramos crianças. Toda família tem as suas. Por exemplo: “Não fale com estranhos” é uma clássica. Como a nossa mente foi programada para não falar com estranhos, cada vez que conhecemos uma nova pessoa nos sentimos ameaçados. Uma parte de nosso cérebro nos diz “abra-se” e a outra adverte “cuidado”.
Num primeiro momento, o desafio em si é encorajador, por isso nos atiramos em novas experiências e estamos dispostos a enfrentar os preconceitos. No entanto, quando surgem as primeiras dificuldades que fazem com que nos sintamos incapazes de lidar com esse novo empreendimento, percebemos em nós a presença desta parte inconsciente que discordava que nos arriscássemos em mudar de atitude: “Bem que eu já sabia que falar com estranhos era perigoso”.

Cada vez que desconfiamos de nossa capacidade de superar obstáculos, cultivamos um sentimento de covardia interior que bloqueia nossas emoções e nos paralisa. Muitas vezes, o medo da mudança é maior do que a força para mudar. Por isso, enquanto nos auto-iludirmos com soluções irreais e tivermos resistência em rever nossos erros e aprender com eles, estaremos bloqueados. Desta forma, a preguiça e o orgulho serão expressões de auto-sabotagem, isto é, de nosso medo de mudar.
Dificilmente percebemos que nos auto-sabotamos. Nós nos auto-iludimos quando não lidamos diretamente com nosso problema raiz.

A auto-ilusão é um jogo da mente que busca uma solução imediata para um conflito, ou seja, um modo de se adaptar a uma situação dolorosa, porém que não represente uma mudança ameaçadora. Por exemplo, se durante a infância absorvemos a idéia de que de ser rico é ser invejado e assim menos amado, cada vez que tivermos a possibilidade de ampliar nosso patrimônio nós nos sentiremos ameaçados! Então, passaremos a criar dívidas, comprando além de nossas possibilidades, para nos sentirmos ricos, porém com os problemas já conhecidos de ser pobres. Não é fácil perceber que a traição começa em nós mesmos, pois nem nos damos conta de que estamos nos auto-sabotando!

Na auto-ilusão, tudo parece perfeito. Atribuímos ao tempo e aos outros a solução mágica de nossos problemas: com o tempo a dor de uma perda passará; seu amado irá se arrepender de ter deixado você e voltará para seus braços como se nada houvesse ocorrido. No entanto, só quando passarmos a ter consciência de nossos erros é que não seremos mais vítimas deles!
Temos uma imagem idealizada de nós mesmos, que nos impede de sermos verdadeiros. Produzimos muitas ilusões a partir desta idealização. Muitas vezes, dizemos o que não sentimos de verdade. Isso ocorre porque não sentimos o que pensamos!

Muitas vezes não queremos pensar naquilo que sentimos, pois, em geral, temos dificuldade para lidar com nossos sentimentos sem julgá-los. Sermos abertos para com nossos sentimentos demanda sinceridade e compaixão. Reconhecer que não estamos sentindo o que deveríamos sentir ou gostaríamos de estar sentindo é um desafio para conosco mesmos. Algumas de nossas auto-imagens não querem ser vistas!

É nossa auto-imagem que gera sentimentos e pensamentos em nosso íntimo. Podemos nos exercitar para identificá-la. Mas este não é um exercício fácil, pois resistimos em olhar nosso lado sombrio. No entanto, uma coisa é certa: tudo que ignoramos sobre nossa parte sombria, cresce silenciosamente e um dia será tão forte que não haverá como deter sua ação. Portanto, é a nossa auto-imagem que dita nosso destino.

O mestre do budismo tibetano Tarthang Tulku, escreve em seu livro “The Self-Image” (Ed. Crystal Mirror): “A auto-imagem não é permanente. De fato, o sentimento em si existe, no entanto o seu poder de sustentação será totalmente perdido assim que você perder o interesse por alimentar a auto-imagem. Nesse instante, você pode ter uma experiência inteiramente diferente da que você julgou possível naquele estado anterior de dor. É tão fácil deixar a auto-imagem se perpetuar, dominar toda a sua vida e criar um estado de coisas desequilibrado... Como podemos nos envolver menos com nossa auto-imagem e nos tornar flexíveis? Somos seres humanos, não animais, e não precisamos viver como se estivéssemos enjaulados ou em cativeiro. No nível atual, antes de começarmos a meditar sobre a auto-imagem, não percebemos a diferença entre nossa auto-imagem e nosso 'eu'. Não temos um portão de acesso ou ponto de partida. Mas, se pudermos reconhecer apenas alguma pequena diferença entre a nossa auto-imagem e nós mesmos, ou 'eu' ou 'si mesmo', poderemos ver, então, qual parte é a auto-imagem”.

“A auto-imagem pode representar uma espécie de fixação. Ela o apanha, e você como que a congela. Você aceita essa imagem estática, congelada, como um quadro verdadeiro e permanente de si mesmo”, explica Peggy Lippit no capítulo sobre Auto-Imagem do livro “Reflexões sobre a mente” organizado por seu mestre Tarthang Tuku (Ed. Cultrix).

Na próxima vez que você se pegar com frases prontas, aproveite para anotá-las! Elas revelam sua auto-imagem e são responsáveis por seus comportamentos repetitivos de auto-sabotagem. Ao encontrar a auto-imagem que gera sentimentos desagradáveis, temos a oportunidade de purificá-la em vez de apenas nos sentirmos mal. O processo de autoconhecimento poderá então se tornar um jogo divertido e curioso sobre nós mesmos!

















2 comentários:

  1. Amiga eu quero te parabenizar por cada mensagem postada.Seu blog é realmente uma lição para nossas vidas.
    Bjusssssssssss.
    Cris

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Muito obrigada pela visita.
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Rejane

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"Sou sempre eu mesma,mas com certeza não serei a mesma para sempre!"



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