"Vença a si mesmo e terá vencido o seu próprio adversário." (Provérbio japonês)




terça-feira, 20 de outubro de 2009

Compulsão por comer

                                              Compulsão por comer.

Muita gente que tem um grande apetite, que gosta de se fartar em comer, ou que está com uns quilinhos a mais, podem não estar enquadrados no rol dos compulsivos por comidas. Esta é uma questão que deve ser avaliada por médicos , pois o peso excessivo, pode estar relacionado a um desequilíbrio hormonal






O que são comedores compulsivos?


Os comedores compulsivos são caracterizados pelo vício em comer com freqüentes episódios de ingestão incontrolada de comida, nos quais eles podem sentir-se frenéticos ou fora de controle. Comedores compulsivos podem comer mais rápido do que é normal, e continuar comendo bem depois do ponto de estarem inconfortavelmente cheios. Esses episódios de comer compulsivamente geralmente são seguidos de períodos de sentimento de culpa e depressão.


Ao contrário de indivíduos com bulimia, comedores compulsivos não tentam compensar a alimentação descontrolada com comportamentos como jejuar, forçar o vômito ou utilizar laxantes. Comedores compulsivos tipicamente comem quando não estão com fome e gastam muito tempo devotados à comida. Quase sempre os comedores compulsivos sofrem de obesidade ou sobrepeso. Sem tratamento apropriado, comedores compulsivos podem sofrem sérios problemas médicos decorrentes de seu comportamento como colesterol alto, diabetes, doença cardíaca, hipertensão e depressão. Efeitos adicionais a longo prazo incluem problemas nos rins, artrite, deterioração óssea e infarto.


Causas


Há elemento emocional significativo para levar uma pessoa ao estado de comedor compulsivo. Embora não saiba-se a causa exata, há razões prováveis. A maioria dos comedores compulsivos usa a comida como auto-medicação para emoções esmagadores como timidez e depressão. A maior parte tem pouca auto-estima, sentem-se culpados por não serem “bons os bastante” e são envergonhados pelo excesso de peso.


Comedores compulsivos freqüentemente também têm necessidade constante por amor e aprovação, a qual tentam compensar com a comida. A maioria dos comedores compulsivos nunca aprendeu maneiras eficientes de lidar com situação de estresse, ao invés disso transformou a comida numa forma de bloquear emoções dolorosas. Embora muitos comedores compulsivos tentem combater seu excesso de peso através de dietas, isso pode exacerbar a condição. Dietas podem ocasionar sensação de privação, a qual comedores compulsivos podem tentar bloquear comendo compulsivamente. A menos que as razões emocionais sejam resolvidas, comedores compulsivos freqüentemente ficam presos num ciclo de dieta e alimentação compulsiva, o qual é acompanhado por sentimento de culpa, vergonha e depressão.




Copiado do site:

http://www.magraemergente.com/2009/07/compulsao-alimentar/












Compulsão Alimentar




A compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, em que um indivíduo consome regularmente uma grande quantidade de comida de uma vez só, ou «depenica» constantemente, mesmo quando não tem fome ou se sente fisicamente desconfortável por comer tanto. Ao contrário dos bulímicos, quem come compulsivamente não purga depois de comer em excesso, nem pratica com frequência exercício em excesso na tentativa de queimar calorias. A compulsão alimentar pode ocorrer em pessoas de qualquer sexo, raça, idade ou estrato socioeconómico e, como quem sofre do transtorno de compulsão alimentar aumenta com frequência de peso ou se torna clinicamente obeso, torna-se passível de contrair uma grande variedade de doenças. Infelizmente, não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva, mas existe uma variedade de opções de tratamento que podem ser exploradas quando o transtorno é diagnosticado.



Sinais de Compulsão Alimentar


Quem sofre do transtorno de compulsão alimentar consome grandes quantidades de comida de uma só vez ou come constantemente durante um determinado período (por exemplo, durante uma festa de aniversário ou na Consoada) mas não purga ou se liberta da comida depois. O transtorno de compulsão alimentar é habitualmente reconhecido por outros devido aos hábitos alimentares de um indivíduo, tais como:


● Ingerir uma quantidade excessiva de comida, mesmo quando não tem fome;









● Comer até se sentir desconfortavelmente cheio ou mesmo agoniado;

● Esconder hábitos alimentares devido a vergonha ou embaraço;

● Esconder comida para episódios de voracidade;

● Esconder embalagens vazias ou caixas de alimentos e gerar lixo em excesso;

● «Depenicar» ou comer constantemente enquanto houver comida disponível;

● Comer quando está sob pressão ou se sente psicologicamente diminuído/a;

● Sentir-se subjugado/a, envergonhado/a e/ou culpado/a durante e/ou depois de um episódio de voracidade;

● Exprimir repugnância em relação a hábitos alimentares, peso, corpo ou aparência;

● Expressar descontentamento com a aparência, peso ou auto-estima.




Diagnóstico de Compulsão Alimentar



O transtorno de compulsão alimentar deve ser diagnosticado por um profissional qualificado, de acordo com os critérios de saúde mental reconhecidos. Estes critérios de diagnóstico incluem episódios cíclicos de alimentação em excesso e sensação de perda de controlo durante os episódios, bem como episódios de compulsão alimentar com pelo menos três das seguintes características: comer depressa, comer até atingir mal-estar físico, comer quando não se tem fome, comer sozinho ou ter sentimentos de vergonha e culpa em relação à alimentação. Outros critérios incluem expressão de ansiedade ou angústia em relação à ingestão compulsiva, episódios de voracidade que ocorrem pelo menos duas vezes por semana durante um período mínimo de seis meses e compulsão alimentar sem recurso posterior a um método de purga (vómito auto-induzido, exercício excessivo, etc).








Obter Ajuda e Tratamento


Não há uma cura reconhecida para o transtorno de ingestão compulsiva. Posto isto, há uma variedade de opções de tratamento que podem ser combinadas de acordo com as necessidades específicas do paciente. As opções de tratamento para o transtorno de compulsão alimentar incluem aconselhamento/terapia, aconselhamento ou terapia familiar, terapia cognitivo-comportamental (para alterar os comportamentos alimentares), frequência de grupos de apoio ou terapia de grupo e aconselhamento e planeamento nutricional.

Habitualmente, não são usados medicamentos para tratar o transtorno de ingestão compulsiva, apesar de poderem ser usados supressores de apetite com controlo médico e alguns medicamentos, como anti-depressivos, para o tratamento de condições associadas.

O transtorno de compulsão alimentar é um transtorno alimentar comum, embora muitas vezes mal compreendido. Qualquer informação adicional sobre o transtorno de compulsão alimentar deve ser procurada junto de um médico, um especialista em transtornos alimentares ou outros terapeutas relacionados com este tipo de condição de saúde.




http://www.alimentacaosaudavel.org/Compulsao-Alimentar.html



QUANDO COMER VIRA COMPULSÃO

RACHEL BARROS




A pessoa sabe que não é fome – afinal não faz muito que se alimentou e a refeição foi satisfatória . Mas de repente vem aquela vontade irresistível de devorar tudo que encontrar pela frente. É uma sensação totalmente incontrolável com desfecho previsível: a pessoa dispara a comer até se empanturar e sentir-se desconfortavelmente cheia. No final, além do mal estar físico, o comedor descontrolado acaba ficando deprimido, envergonhado e um tanto transtornado. O curioso é que não se trata mesmo de fome, mas apenas de vontade de comer. E quando essa vontade surge de forma tão avassaladora, caracteriza um distúrbio que os especialistas chamam de “transtorno do comer compulsivo”, um problema que atinge um terço dos obesos e, como as demais patologias alimentares, está claramente relacionado com as carências psicológicas. De alguma forma, toda compulsão, particularmente por comida, revela ansiedade e busca de conforto nos momentos de depressão. O que caracteriza a compulsão alimentar não é a gula, mas a relação emocional que o sujeito tem com o que come.




Muito mais freqüente em mulheres, a doença parece ter relação com os ciclos hormonais femininos: a incidência das crises aumenta no período pré-menstrual, E, como a origem do problema é emocional, fazer regime sem acompanhamento psicológico não resolve, e muitas vezes só piora a situação. Aliás, a maior parte dos comedores compulsivos vive procurando novas dietas, geralmente as mais restritivas. O resultado acaba sendo uma “fome crônica”, aquela insatisfação constante que só faz acionar as crises.




Mas, junto ao apoio psicológico, a reorganização da dieta é evidentemente necessária. Vale lembrar que quem sinaliza a necessidade de comer é o cérebro. E o cérebro não entende de comida, entende de nutrição. Uma má alimentação, pobre em nutrientes ou mal combinada, não satisfaz as necessidades do organismo , por maior que tenha sido o volume consumido. Por essa razão o comedor de “fast food” acaba sentindo fome pouco tempo depois de se banquetear com a grande quantidade de calorias e proteínas comumente contidas nos alimentos industrializados. O que o cérebro denúncia é a falta de vitaminas e enzimas tão presentes em alimentos “vivos” – legumes, verduras e frutas, cruas ou próximas ao seu estado natural. Ou seja, alguém pode estar fisicamente robusto e repleto de energia e mesmo assim se sentir como um “saco vazio”, a auto-imagem típica do caráter oral depressivo.




Outra dica para amenizar a compulsão é comer lentamente e mastigar bem, saboreando a comida. De preferência uma garfada de cada alimento separadamente, de forma a fornecer claras informações nutricionais ao sistema e favorecer a assimilação.




É importante se alimentar a intervalos regulares, e não ficar horas seguidas sem comer. Evitar também alimentos muito quentes ou gelados, pois inibem as papilas gustativas e acabam desencadeando crises. E quando sentir vontade de comer, buscar alternativas prazerosas como caminhar, ler, ver um bom filme ou qualquer outra atividade que distraia e dê prazer.




Exercícios respiratórios também ajudam, pois relaxam o diafragma e aliviam a ansiedade. Um excelente exercício para o comer compulsivo, serve também para tabagismo, a compulsão por fumar: inspire lenta e profundamente pelo nariz, dilatando o ventre; na expiração, vá encolhendo o ventre e elevando o diafragma enquanto exala o ar suavemente pelos lábios quase cerrados. Experimente por 5 minutos e sinta a diferença!


Copiado do site :
http://www.fatimahborges.com.br/artigo.php?code=91




Será que tenho compulsão alimentar?


Muitos são os que perguntam "Será que tenho compulsão alimentar?". Geralmente esta pergunta surge quando a pessoa não consegue controlar o desejo de comer aquilo que tem vontade e ingere em quantidade exagerada


A compulsão alimentar é o ato de ingerir uma quantidade de alimentos significativa maior que a maioria das pessoas consumiria em um curto período de tempo. Geralmente as pessoas estão sozinhas e sentem-se deprimidas e culpadas depois do ato da compulsão alimentar, mas o indivíduo não provoca vômitos ou algum outro método purgativo.

Pessoas que beliscam pequenas quantidades de alimentos o dia todo, não se encaixam nesta categoria. A pessoa com compulsão alimentar alimenta-se em um período delimitado, chamado episódio de compulsão alimentar.


Muitas pessoas acham que tem compulsão alimentar por consumir doces em excesso, guloseimas, por desejarem consumir pão à noite, etc. Isto não é caracterizado como compulsão alimentar, ou transtorno compulsivo alimentar periódico.


“O tratamento deve acontecer com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médicos, psicólogos e nutricionistas.”


Sentir vontade de comer 1 pedaço de torta de chocolate e até repetir este pedaço é um momento que todos tem o direito de fazer, de vez em quando, sem culpas, mas no comer compulsivo a pessoa não consome apenas isso, mas vários outros alimentos e em quantidades enormes, não mastiga direito, não sente o gosto do que está comendo, não consegue parar de comer, mesmo já estando saciada e em período pequeno de tempo.


Dentre os transtornos alimentares já existentes, como a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, há uma nova categoria a ser definida, denominada TCAP (Transtorno da Compulsão Alimentar Periódica).

Para o diagnóstico do TCAP são levados em conta os seguintes critérios:


1) Episódios recorrentes de compulsão alimentar. Um episódio de compulsão alimentar é caracterizado por ambos os seguintes critérios:

- ingestão, em um período limitado de tempo (por exemplo, dentro de um período de duas horas), de uma quantidade de alimentos definitivamente maior do que a maioria das pessoas consumiria em um período similar, sob circunstâncias similares;

- um sentimento de falta de controle sobre o episódio (por exemplo, um sentimento de não conseguir parar ou controlar o que ou quanto se come).

2) Os episódios de compulsão alimentar estão associados a três (ou mais) dos seguintes critérios:

- comer muito e mais rapidamente do que o normal;

- comer até sentir-se incomodamente repleto;

- comer grandes quantidades de alimentos, quando não está fisicamente faminto;

- comer sozinho por embaraço devido à quantidade de alimentos que consome;

- sentir repulsa por si mesmo, depressão ou demasiada culpa após comer excessivamente.

3) Episódios recorrentes de compulsão alimentar

4) A compulsão alimentar ocorre, pelo menos, dois dias por semana, durante seis meses.

5) Acentuada angústia relativa à compulsão alimentar.

6) Compulsão alimentar não está associada ao uso regular de comportamentos compensatórios inadequados (por exemplo, purgação, jejuns e exercícios excessivos), nem ocorre durante o curso de anorexia nervosa ou bulimia nervosa.

O comer compulsivo pode acarretar em conseqüências nada saudáveis, a principal é o sobrepeso e obesidade. Outras conseqüências seriam problemas gástricos devido ao grande consumo de alimentos ingeridos, além de comprometimento das relações interpessoais.

A pessoa que tem compulsão alimentar consome uma determinada quantidade de calorias em um dia, no dia seguinte come normalmente, no outro volta a ter episódio de compulsão alimentar, e esta oscilação poderá comprometer o metabolismo e favorecer o depósito de gordura.

O tratamento deve acontecer com uma equipe multidisciplinar, envolvendo médicos, psicólogos e nutricionistas.

Primeiramente, é importante fazer um trabalho de reeducação alimentar com o indivíduo, conscientizando da importância de comer adequadamente, tendo uma alimentação fracionada, além de tratamento com psicólogo e psiquiatra.

O psicólogo estará detectando os fatores psicológicos que podem estar favorecendo os episódios de compulsão alimentar. E se necessário o médico indicará a medicação correta.







Copiado do site:

http://cyberdiet.terra.com.br/cyberdiet
Coluna assinada por:
Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet,





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